top of page

Fotos da alma da Unimep - 1

  • Foto do escritor: Valdemir Pires
    Valdemir Pires
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura


O Diário do Engenho publicou um conjunto de fotos (ver aqui: https://diariodoengenho.com.br/unimep-registros-de-uma-historia-de-luta/#comment-206563) “nas quais se registra a última grande greve de alunos, professores e funcionários da Unimep contra os desmandos da então Rede Metodista de Educação – greve e movimento esses datados de agosto de 2017.” Trata-se de imagens que falam mais que qualquer texto, como bem registrou Beatriz Vicentini imediatamente (ver aqui: https://www.facebook.com/share/p/1E1Qv3FN6o/). Acho que seria muito interessante que ex-unimepianos (professores, alunos, dirigentes, funcionários) enviassem fotos que tenham de suas vidas nos campi, para que assim se amplie a percepção do que neles havia e acontecia, cultivando educação, cultura, formação profissional, ética, boa política etc.

 

Creio que “fotos da alma da Unimep” podem ser tão (ou mais) reveladoras quanto as de seu “corpo” (prédios, locais, fazeres, eventos), no esforço de se registrar, para a eternidade possível, o quão boa e bela – e sonhadora, sobretudo – foi essa instituição de ensino superior que se extinguiu. Chamo de alma da Unimep o pensamento educacional por trás do ensino, da pesquisa e da extensão universitária que nela se praticava. Pensamento coletivamente construído, por meio de intensos debates e também através de numerosos embates, principalmente no âmbito sindical, à frente a Adunimep (associação dos docentes).

 

O pensamento educacional aplicado ao ensino superior formulado pela Unimep foi todo ele registrado em documentos publicados pela Editora Unimep (ou, antes, impressos pela gráfica da instituição), que eram amplamente distribuídos para a comunidade acadêmica, que neles se orientava quotidianamente. Para que se saiba quais são, enviarei de tempos em tempos, para o Diário do Engenho, fotos de capa deles, com breves comentários a respeito.

 

Começo com os textos “Vida e missão” e “Credo Social da Igreja Metodista”, sem os quais a Igreja Metodista não teria dado início à experiência socioeducativa progressista que foi a Unimep. Trata-se da síntese das decisões do XIII Concílio Geral da Igreja Metodista, realizado de 18 a 28 de julho de 1982. Não se trata da certidão de nascimento da Unimep, pois o que ela viria a ser ainda estava, naquele momento, sendo gestado no útero do metodismo no Brasil.


Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
Lattes.jpg
bottom of page