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  • Foto do escritorValdemir Pires

Livro "Imagens do Tempo" à venda na Ed. Penalux

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Do tempo não é possível uma definição do tipo “O tempo é...”, e pronto! Da mitologia à filosofia e desta às ciências (mormente a física e a cosmologia), como formas de interpretar o mundo, as concepções de tempo foram sofrendo mudanças que ainda não cessaram, também influenciadas pelas sugestões das artes e das crenças e religiões. Embora tantas vezes e tão profundamente estudado e apesar da familiaridade (certamente ilusória) com que é tratado por todos, o tempo continua envolvendo uma boa dose de mistério, de saboroso mistério. Neste livro estão reunidas crônicas em tom ensaístico que devem ser vistas como aqueles pequenos pedaços de papel, em diferentes cores e formatos, no fundo do caleidoscópio: conforme o oco triangular, formado pelas paredes de espelho embutidas num tubo, é girado, nele são refletidas imagens que se alteram em decorrência da mudança de lugar entre os papeizinhos, num espetáculo de formas e cores que justifica a fabricação do brinquedo. Diferentes imagens do tempo (não coincidentes com as habituais) deverão ir se formando na mente do leitor, na medida em que avance na leitura das crônicas, não importando a ordem que decida seguir. Ao final, terá adquirido uma percepção (nunca uma definição) caleidoscópica do tempo. Nem mitológica, nem filosófica, nem científica, nem artística, nem religiosa – uma percepção que mistura elementos dessas abordagens, deixando de lado a tentação de atingir a verdade, de compreender definitivamente a realidade; nem por isso, porém, se afastando do entendimento do que seja o tempo: pelo contrário, chegando mais perto disso do que se escolhesse uma única trilha para a aproximação desejada. Como num caleidoscópio, cada olhada (cada leitura) nova deste livro (feito para ser lido e relido, variando a ordem de leitura) proporcionará ao leitor uma imagem (de conjunto) adicional do tempo, na sua busca (consciente ou não) de compreender a vida, que ele sente transcorrer no tempo, num dado espaço, envolvendo certas relações (e não outras), eivada de inquietações, das minúsculas às imensas, conforme a condição e as circunstâncias de cada um e o tamanho de sua alma.



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